domingo, 30 de novembro de 2008

Hamlet

Hamlet, de William Shakespeare, com Wagner Moura, Tonico Pereira, Caio Junqueira, Carla Ribas, Georgiana Góes, Fabio Lago, Marcelo Flores, Gillray Coutinho, Claudio Mendes, Felipe Koury e direção de Aderbal Freire Filho, no Teatro Faap, em São Paulo.

sábado, 29 de novembro de 2008

desde adão e eva..




"Quando se inventou a história de Adão e Eva, ela - é claro - foi a escolhida para simbolizar o pecado, a luxúria, a curiosidade, o questionamento, a insubordinação e todos os atributos que ameaçam o poder dos homens. Passando pelas mulheres de clitóris castrados, pelas que não podem mostrar o rosto, o corpo, os olhos, a boca e os cabelos, pelas que não podem cantar e dançar, estudar ou trabalhar, pelas que não podem ouvir música ou descansar, pensar ou agir, homens sempre culparam as mulheres por alguma coisa. Qualquer coisa."



trecho da crônica Flores insuficientes, de Tony Bellotto

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Anyone Else But You

"... I don't see what anyone can see, in anyone else But you"


trecho da música Anyone Else But You, de The Moldy Peaches

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

maldade?




"O legal é fazer maldades sem causar mal a ninguém de verdade".



Wagner Moura

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

fundamentos para viver...




"Não sei...
se a vida é curta ou longa demais pra nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.


Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.


E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira, pura... enquanto durar...."




Cora Coralina

terça-feira, 25 de novembro de 2008

educar...




"A educação corresponde a toda modalidade de influências e inter-relações que convergem para a formação de traços de personalidade social e do caráter implicando uma concepção de mundo, ideais, valores, modos de agir, que se traduzem em convicções ideológicas, morais, políticas, princípios de ação frente a situações reais e desafios da vida prática."



José Carlos Libâneo

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O que da vida não se descreve...



Padre Fábio de Melo



Eu me recordo daquele dia. O professor de redação me desafiou a descrever o sabor da laranja. Era dia de prova e o desafio valeria como avaliação final. Eu fiquei paralisado por um bom tempo, sem que nada fosse registrado no papel. Tudo o que eu sabia sobre o gosto da laranja não podia ser traduzido para o universo das palavras. Era um sabor sem saber, como se o aprimorado do gosto não pertencesse ao tortuoso discurso da epistemologia e suas definições tão exatas. Diante da página em branco eu visitava minhas lembranças felizes, quando na mais tenra infância eu via meu pai chegar em sua bicicleta Monark, trazendo na garupa um imenso saco de laranjas. A cena era tão concreta dentro de mim, que eu podia sentir a felicidade em seu odor cítrico e nuanças alaranjadas. A vida feliz, parte miúda de um tempo imenso; alegrias alojadas em gomos caudalosos, abraçados como se fossem grandes amigos, filhos gerados em movimento único de nascer. Tudo era meu; tudo já era sabido, porque já sentido. Mas como transpor esta distância entre o que sei, porque senti, para o que ainda não sei dizer do que já senti? Como falar do sabor da laranja, mas sem com ele ser injusto, tornando-o menor, esmagando-o, reduzindo-o ao bagaço de minha parca literatura?

Não hesitei. Na imensa folha em branco registrei uma única frase. "Sobre o sabor eu não sei dizer. Eu só sei sentir!"

Eu nunca mais pude esquecer aquele dia. A experiência foi reveladora. Eu gosto de laranja, mas até hoje ainda me sinto inapto para descrever o seu gosto. O que dele experimento pertence à ordem das coisas inatingíveis. Metafísica dos sabores? Pode ser...

O interessante é que a laranja se desdobra em inúmeras realidades. Vez em quando, eu me pego diante da vida sofrendo a mesma angústia daquele dia. O que posso falar sobre o que sinto? Qual é a palavra que pode alcançar, de maneira eficaz, a natureza metafísica dos meus afetos? O que posso responder ao terapeuta, no momento em que me pede para descrever o que estou sentindo? Há palavras que possam alcançar as raízes de nossas angústias?

Não sei. Prefiro permanecer no silêncio da contemplação. É sacral o que sinto, assim como também está revestido de sacralidade o sabor que experimento. Sabores e saberes são rimas preciosas, mas não são realidades que sobrevivem à superfície.

Querer a profundidade das coisas é um jeito sábio de resolver os conflitos. Muitos sofrimentos nascem e são alimentados a partir de perguntas idiotas.

Quero aprender a perguntar menos. Eu espero ansioso por este dia. Quero descobrir a graça de sorrir diante de tudo o que ainda não sei. Quero que a matriz de minhas alegrias seja o que da vida não se descreve...

domingo, 23 de novembro de 2008

ah, doctor House!




“Já que a vida inteira namorei rapazes que não me namoravam e fui namorada de rapazes que jamais namorei, resolvi namorar o House e fim de papo. (...) Todos os dias eu acho que vou morrer. E todos os dias ele descobre mil coisas pra não deixar. Porque quase nunca se morre nas mãos dele. E todos os dias ele me magoa terrivelmente com sua amargura e inteligência. E eu deixo porque não tem nada mais sexy do que gente que te odeia. Namorar quem tá cagando pra você, então, é o auge do sexy. Por isso eu namoro o House.”



trecho do texto Meu namorado o doctor House, de Tati Bernardi

sábado, 22 de novembro de 2008

romance

Um filme de Guel Araes, com Wagner Moura, Letícia Sabatella e Vladimir Brictha.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A Cidade do Sol III




"Pela careta de Tariq, Laila descobriu que os meninos são diferentes das meninas com relação a isso. Eles não demonstram sua amizade. Não sentem falta, não precisam desse tipo de conversa. Laila ficou achando que devia ser a mesma coisa com seus irmãos. Os meninos, concluiu ela, tratam a amizade como se fosse o sol: ninguém discute sua existência; todos curtem a sua luz, mas ninguém a encara de frente".



trecho do livro A Cidade do Sol, Khaled Hosseini

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

ao próximo




"Lembre-se: a melhor maneira de realizar seus sonhos é ajudar o maior número possível de pessoas a realizar os delas".


Roberto Schinyashiki

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

meu



Thaís SBA



Não há passo que eu dê onde milhões de palavras me acendem na cabeça como luminosos de bingo.

Milhões de palavras narrando tudo ou rimando tudo, coisas às vezes das quais nem sei, nem suspeito.

Falam-me de coisas repugnantes ou tão doces como as mãos de uma criança estrelaçando seus pequenos dedinhos nos dedos adultos da mãe.

Às vezes parece loucura viver a vida em seus mínimos detalhes. E viver é leve, mas os detalhes por vezes pesam, cansam, e a gente os carrega nas costas não como uma cruz, mas como asas de metal, que servem pra voar mas pesam até marcar as costas.

Algumas pessoas deixam os detalhes extravasarem por seus olhos e choram, outras são traduzidas através de notas musicais. Existem milhões de exemplos, e eu por minha vez, escrevo.

Tenho nas escritas o peso da minha existência e a leveza da tênue linha que tece o meio termo entre a morte e a vida.

Meu ar às vezes cai como pétalas pelos pulmões, e em outras vezes parece que respiro pedacinhos de chumbo que se acumulam numa porrada doentia no estômago.

Ainda assim

Ainda assim por um único motivo o mundo escuro tem um véu de luz.

Porque trouxeram-me borboletas no estômago, quando a única coisa que haviam eram tripas e uma palavra ou outra.

Trouxeram-me flores ao coração quando as únicas coisas que haviam eram sangue, artérias e alguns poemas que eu sentia com o cérebro.

Ensinaram-me que amor vem do peito e não da cabeça.

Ensinaram-me a rimar por amor e não por passatempo.

Ensinaram-me a cantar as palavras e não apenas a jogar com elas.

Ensinaram-me que diferente pode ser diferente mesmo sendo a palavra escrita da mesma forma durante anos.

"Quando você aprender que a única pessoa cuja ausência é fatal, é você, aí sim lhe darei uma companhia eterna que te ame verdadeiramente como jamais o seu coração pôde sentir e sua mente pôde entender."

Vãs palavras me acertam os ouvidos

Me contam histórias, mentiras, grunidos

Pedaços de uma escrita já feita, hoje refeita

Dorme um mundo inteiro lá fora, e eu acordada, eu sempre acordada.

Nem sei bem do que falo, mas sinto tudo o que deixo de saber. Sinto o que está nas entrelinhas. Sinto certezas como sinto tristezas, e alegrias.

Por que não pintar as flores de bege e fazer o Sol boiar na piscina?

Algumas frases são lindas mesmo sem significado algum.

Alguns escritores já escreveram coisas que nunca entendi mas que me fizeram sentir uma compreensão enorme alheia ao meu raciocínio lógico. E tudo fica lindo quando é bem colocado, por mais que não existam palavras adequadas.

Menino!

Ah, menino, ensinou-me muito sobre amor quando o amor me era engraçado.

Ensinou-me a sorrir e não era por graça.

Ensinou-me muito sobre ternura quando me haviam facas nas mãos.

De minhas pedras fez pétalas de rosas

Do meu dicionário fez fugir palavras.

E você perto de mim é menino

E ao seu lado sinto-me como bolinha de sabão nas mãos de uma criança que toma todo o cuidado do mundo para que não estoure.

Sonho acordada.

Sorrio e nem sei.

Meu coração acelera

Tropeço em centavos

Acordo em calendários

Um lugar imaginário.

Meu texto sem sentido

Meu coração embolado.

Palavras

Palavras

Palavras

Quem precisa entendê-las

A não ser eu?

Minhas palavras

Minha vida

Minhas fotos

Meu menino.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

certeza de uma teoria




"O que torna as amizades indissolúveis e lhes duplica o encanto é um sentimento que falta ao amor - a certeza"


Honoré de Balzac

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A Cidade do Sol II




"... uma verdade: de todas as dificuldades que uma pessoa tem de enfrentar, a mais sofrida é, sem dúvida, o simples ato de esperar."



trecho de A Cidade do Sol, de Khaled Hosseini

domingo, 16 de novembro de 2008

o menino e o homem





"Você está mais bonito agora do que sempre esteve. Evoluiu como nunca nesses tempos. E, se agora você está triste, está menos triste do que antes, quando ainda não se conhecia através de mim. Mas você ainda não sabe disso. Confunde o seu pesar com o vazio de outrora.

O menino foi perturbado. Provocado. Desafiado. Mas foi o homem quem chorou. Aliás, o mesmo homem que me puxa para o mergulho no linho. Que me tira da hibernação. Que me toca como um mágico levita sua assistente.

O menino arranha meus nervos. O homem os abranda..."



trecho da crônica O que fazer com uma não-paixão?, de Cristiana Soares

sábado, 15 de novembro de 2008

por outro caminho...




"Não se contente em trilhar um caminho estabelecido. Ao contrário, vá para onde não tem caminho algum e deixe o seu rastro".


Muriel Strade

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

miedo!



"O medo é uma linha que separa o mundo,
o medo é uma casa aonde ninguém vai..."


trecho da música Miedo, de Lenine e Julieta Venegas

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

precisa-se




De pessoas que tenham os pés na terra e a cabeça nas estrelas.
Capazes de sonhar, sem medo de seus sonhos.
Tão idealistas que transformem seus sonhos em metas.
Tão práticas que sejam capazes de tornar suas metas realistas.
Pessoas determinadas que que nunca abram mão de construir seus destinos e arquitetar suas vidas.
Que não temam mudanças e saibam tirar proveito delas.
Que tornem seu trabalho objeto de prazer e uma porção substancial de realização profissional.
Que percebam, na visão e na missão de suas empresas, um forte impulso para sua própria motivação.
Pessoas com dignidade, que se conduzam com coerência em seus discursos, seus atos, suas crenças e seus valores.
Precisa-se de pessoas que questionem, não pela simples contestação, mas pela necessidade íntima de só aplicar as melhores idéias.
Pessoas que mostrem sua face serena de parceiros leais, sem se mostrar superiores nem inferiores, mas... iguais.
Precisa-se de pessoas ávidas por aprender e que se orgulhem de absorver o novo.
Pessoas com coragem para abrir caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados sem medo de errar.
Precisa-se de pessoas que construam suas equipes e se integrem nelas.
Que não tomem para si o poder, mas saibam compartilhá-lo.
Pessoas que não se empilguem com seu próprio brilho, mas com o brilho do resultado alcançado em conjunto.
Precisa-se de pessoas que enxerguem as árvores, mas também prestem atenção na magia da floresta - energizando-os, sem receio que lhe façam sombra em sim orgulham-se deles.
Precisa-se de pessoas que criem em torno de si um ambiente de entusiasmo, de liberdade, de responsabilidade, de determinação, de respeito e de amizade.
Precisa-se de seres racionais. Tão racionais que compreendam que sua realização pessoal está atralada à vazão de suas emoções.
É na emoção que encontramos a razão de viver.
Precisa-se de gente que saiba administrar COISAS e liderar PESSOAS.
Precisa-se urgentemente de repensar um novo ser.
TUDO SE INICIA NA PRÓPRIA PESSOA.


Maria Rita Miranda Gramigna


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

para o caos!




"Homens interessantes são aqueles que cedem ao mundo caótico das mulheres".


Fernanda Young, na entrevista a revista Veja, edição 2084, do dia 29 de outubro de 2008.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

então vá!




"Não existe nada garantido na terra, apenas oportunidades".

Douglas MacArthur

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

te amar é um milagre




"Há duas formas de viver a vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre".


Albert Einstein

domingo, 9 de novembro de 2008

o último...




"Às vezes o amor escorre como areia entre os dedos,
não tem explicação para tantos erros.
É melhor partir, antes do último grão cair".


trecho da música O Último grão, da Isabella Taviani

sábado, 8 de novembro de 2008

A Cidade do Sol I




“De uma forma inesperada, e maravilhosa, ali ela era uma pessoa comum.”


trecho do livro A Cidade do Sol, de Khaled Hosseini

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Brasília, gosto tanto dela assim...




"Esse imenso desmedido amor

Vai além de seja o que for

Passa mais além do céu de Brasília

Traço do arquiteto

Gosto tanto dela assim..."



trecho da música Linha do Equador, de Djavan

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Agora eu gosto da Fernanda Young




Henrique Szklo



Acabei de ler a entrevista de Fernanda Young na Veja e fiquei impressionado. Não com ela, mas comigo mesmo. De repente se descortinou a verdade. Por que essa menina sempre me irritou? Por que ela sempre foi para mim uma aberração, uma provocação inaceitável? Ora, pelo motivo mais antigo do mundo, que ela mesma tratou de revelar na tal entrevista: me vejo nela. A carência, o caos pessoal, a impaciência com o padrão, a vontade de virar do avesso e mostrar para as pessoas que existe sim outra forma de se viver. Mas o que mais me admirou nela foi a forma com a qual ela lida com tudo isso. Não sei se é marketing ou edição manipuladora da jornalista, mas fiquei com a sensação clara de que a Fernanda encara seus fantasmas de frente. Assume sua existência e convive com eles. Não em harmonia, porque esta palavra não existe em nosso dicionário. Viu? Já estou nos colocando como iguais, acompanhantes da montanha-russa emocional de nossas vidas. Num segundo percebi que, apesar de fazer mais ou menos a mesma coisa que ela, talvez eu nunca tenha sido tão honesto comigo mesmo e muito menos com os fantasmas que me rodeiam. Talvez eu nunca tenha me conformado com a sua assustadora companhia, tentando de alguma forma negá-los e excluí-los de meu convívio. Acho que sempre trabalhei com uma espécie de aceitação seletiva, só reconhecendo os gasparzinhos que me interessassem, quando me interessassem. E os outros? Aqueles que estão sempre aí e não há ghostbuster que os mande pra longe? A Fernanda - querida neste momento como nunca foi - me deu uma aula de convivência espectral. Me fez ver como ela é interessante, como eu gostaria de ser amigo dela, ou não. Talvez por sermos muito parecidos a amizade seria infrutífera. De qualquer maneira, a admiração à distância já me dá um alento qualquer. A sensação de passar do não gostar ao gostar e até admirar é muito inspiradora. É gostoso, estimulante mas é auto-indulgente. Faz-nos sentirmos nobres de espírito. Ok, não tem problema, Não acho que virei um mórmon por causa disso. Foi só um momento de reflexão positiva. Até porque o caos continua, como sempre. Não esperaria mesmo que uma entrevista da Fernanda Young fosse capaz de resolver os enigmas indecifráveis da minha vida. Mas de qualquer maneira me fez bem. Valeu, Fernanda. Um beijo.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

diz que fui por aí




"Se alguém perguntar por mim
Diz qu'eu fui por aí
(...)
E se quiserem saber se volto
Diga que sim
Mas só depois que a saudade se afastar de mim..."



trecho da música Diz que fui por ai, de Fernanda Takai

terça-feira, 4 de novembro de 2008

O Caçador de Pipas XII




“Perspectivas são um luxo quando se tem um enxame de demônios zumbindo constantemente na cabeça.”


trecho do livro O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

novos conhecimentos...




"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende."



Leonardo da Vinci

domingo, 2 de novembro de 2008

amanhã apaixone-se

.

"Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida.
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena."
.
.
trecho do texto Amanhã apaixona-se, de autor desconhecido

sábado, 1 de novembro de 2008

O Caçador de Pipas XI





“Ele ficou chorando em minha camisa até as lágrimas secarem, até o tremor cessar e as suas súplicas se transformarem em murmúrios indecifráveis. Fiquei esperando, balançando com ele, até que a sua respiração voltou ao normal e o seu corpo relaxou. Lembrei de uma coisa que tinha lido há muito tempo: ‘É assim que as crianças lidam com o terror. Adormecem.’”


trecho do livro O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini

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