"Homens são bobos e mulheres são chatas.
Homens são idiotas e mulheres são histéricas."
Dan Stulbach, no programa Fim de Expediente, transmitido pela Rádio CBN, no dia 28 de outubro de 2011.
O ser humano é essencialmente mutável. Para tanto, a personalidade assim como as rugas são marcas definidas pelo tempo, as características do humano nunca estarão completamente determinadas e segmentá-las de acordo com o gênero é um grande equívoco. No entanto, há um sem-número de estudos dedicados a compreender as diferenças entre o pensar masculino e o refletir feminino.
A simplicidade popular costuma proferir: "O homem pensa com o corpo e a mulher com o coração". Ao vulgarizar os gêneros por grupos: o racional versus o emotivo, constrói-se estereótipos com qualidades estritas: objetivo, focado e desorganizado, em contrapartida ao subjetivo, prolixo e metódico. Entretanto, tal processo não exige rigidez, a formação do comportamento humano desenvolve-se prioritariamente a partir da vivência em conjunto com estímulo social e o instinto natural.
Diante disso, ao observar meticulosamente e conviver com muitos indivíduos, digo com convicção suficiente que o humano é complexo demais para definições e o tempo caminha rápido para agregar conceitos. O humano, inevitavelmente, experimentará o dito feminino ou o convencionado masculino e agregará ao seu comportamento algo que lhe defina, sem nem ao menos vinculá-lo ao gênero determinante. Talvez seja mais uma questão de apatia, simpatia ou empatia de influências e experiências do que simplesmente um X ou Y.
Thayze Darnieri

